sexta-feira, 11 de setembro de 2009

pianos

vejo-me procuro quarto escuro, abrigo. apenas feixe de luz a iluminar. quarto escuro é abrigo. quero alguem pra alimentar. deito-me e sinto o tao perfume que provem, que vem. vem? de quem? nao me faça denovo as perguntas idiotas. deixe tudo em sua cabeça, as guarde. nao diga, nao expresse esta preso agora. e vem de todos os pianos. dedos delicados pra tocar dedos delicados para carinhosamente... dedos, e maõs. e no intrelaço, abraço nao se engane sao todos falsos. entender e compreender os pensamentos, assim nao dá!

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