A realidade me assusta.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Quatro folhas com palavras inúteis.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Perceba que quando fiz esse texto, a dois meses atrás eu estava revoltada com minha mãe e com a minha capacidade de amar alguém que não posso ter.
O telefone toca era a Mila ligando para mim com uma das melhores notícias que eu poderia receber em uma noite, então eu fiquei boba como criança não sabia ao certo se respirava ou se gritava no jeito mais desesperado que pode haver. Só de imaginar que eu podia novamente estar ao seu lado, tão perto de mim. E não importava a aula, nem o horário a estar de pé para estar lá no aeroporto com você. No fundo no fundo eu achei meio loucura, meio impossível e meia verdade. Não, agente sabe sempre quando pode e quando não pode, mas eu queria insistir. Pedi para minha mãe na esperança mínima de que ela me deixasse ir, mas a resposta foi a que eu esperava: “Não, você não vai e ponto!” Depois veio todo aquele sermão de mãe que cansa ainda mais quem já está cansado. Tudo o que ela falou doeu em mim. Doeu mais que todas as dores doida por palavras mal ditas, de todas as dores que narrei esta foi a pior. Se ao menos eu pudesse comparar eu diria ser pior do que ser dilacerada e jogada ao fogo, uma faca que te corta do seu estomago e vai até a sua garganta. Sabe, sufoca faz escorrer lágrimas. Amargas. As palavras dela diziam ago como “fora da realidade” e toda a nossa conversa de uma hora para outra em meio ao meu pranto, a minha venda caiu e pude então ver que tudo era mesmo uma loucura. O pior de tudo, de tudo mesmo, é que eu em meu ego sabia que um dia teria que deixar meu vício para traz mesmo sendo torturante para um drogado que resolve deixar o cigarro. Minha mãe disse que o Diego não sabe quem eu sou e que nunca vai necessitar saber, eu mais uma adolescente que o tem como maior ídolo, o admira... E que vai parar de sofrer e chorar por isso, parar de viver outra vida que não é minha. Ficar comparando olhando e querendo ser como aquelas garotas que moram na mesma cidade que você, que te vêem quase e praticamente todo dia. Vou prometer pra mim mesma que não vou morrer pelas fotos tiradas pelas carinhas que você faz. Vai ser difícil, fácil nunca é. Porque não vai mais adiantar porra nenhuma tentar fugir do foco. Caixinha com fotos, boné, os presentes. As noites mal dormidas, as lágrimas no meu travesseiro, a angustia inacabada. Vou arrancar de mim tudo isso e por em um lugar onde eu não possa mais ver, queimar um pedaço de mim que quero que se vá para minha própria sobrevivência. Para que eu possa ser mais realista, não ser menos sonhadora; mais realista isso vai fazer bem para mim e para as pessoas que me rodeiam. No futuro eu vou olhar para traz e lembrar que eu gostava de vocês, do NX e do Diego. Assim como todas as nossas mães falam dos Menudos e sei lá que porra elas gostavam. Não tem mesmo jeito o que mais quero é impossível de acontecer. Impossibilidades teria que ser o nome desse texto. Vou tentar mudar de você e escolher o tradicional o simples não lembrando de que existem assim ídolos tão cativantes... Prometo nunca mais te buscar, nunca mais, nunca mais.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
I asked the wind to bring you to me
sábado, 12 de setembro de 2009
O jardim de grandes arvores
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
pianos
e mesmo que eu não quisesse o tempo ia passando as coisas relativamente mudando eu me amadurecendo mais e eles, ah eles de alguma forma se sentiam atraídos por mim. modéstia parte.. mas sei que não é isso que quero. podem me chamar do que for sei que não é verdade pois ainda não me conhecem, há quem já achou que fosse ate gay e há quem me chame de insensível, de dura quando se trata de um 'amor', de um amorzinho. há quem diz que nao deixo ser amada, que ta tudo preso em meu coraçao e que sou rude. mas as pessoas nao entendem meu lado na verdade se todos entendessem desde o inicio me dariam razao. tudo é lindo todos sao lindos e perfeitos e parece ate coisa de filme, mas de que adianta me amarem me sentir amada e eu, a parte mais impotente nao conseguir alcançar o amor? me digam sábios e mais sábios, poetas e mais poetas, dignos de todo o grande amor a Lá Romeu e Julieta! cade? só eu nao o posso enchergar, isso é castigo ou o que? mesmo que de noite voce se lembre de mim, nao quero ser ingrata jamais, eu sei que voce virá que vai esperar por mim mas o que nao entende é meus limites é tanto amor que diz ser, e eu nao posso suportar tudo que querem me dar. esta sendo como da outra vez e sei tambem que tem as mesmas chances de acabar como da ultima vez por isso nao quero insistir como voce disse no 'nós'. nao vai haver, mesmo que voce espere, que faça todos os poemas, e aquelas musicas lindas que tocou para mim por telefone, nao é para mim eu nao sou para voce...
sábado, 29 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
dor de quem
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Melódica.
domingo, 2 de agosto de 2009
Desespero agora é pra quem fica.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Dia de chuva
Sonhar é a força
Em busca da felicidade
quinta-feira, 25 de junho de 2009
meu mundo desabou
domingo, 21 de junho de 2009
Um monstro
quinta-feira, 11 de junho de 2009
voce apareceu para tudo melhorar
sexta-feira, 29 de maio de 2009
incrívelmente real.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
-As vazes me pergunto se ainda existe verdade nessa vida. Se toda essa mentira não passa de uma mentira, e que toda essa falsidade é apenas em pesadelo em que certa hora vou acordar. Às vezes olho ao redor, e por mais que tenha pessoas, a sensação de estar só é cada vez maior. Porque a solidão dói e é muito grande, te consome. E as frases ditas da boca pra fora repetidas vezes já não te agradam, elas te cansam. Pois não passa de uma coisa que vai passar; simples e inútil assim. As vezes me pergunto como o mundo pode ser tão cruel a ponto de fazer fútil um objeto projetado para ser amado, adorado. Agora, será que ainda posso confiar nas pessoas? Ou somos só nos dois* de novo ? E as pessoas que estavam ao meu redor vão se afastando, e tudo vai acabando. Não rápido, mas sim devagar para ser mais torturante. E o que era sensação agora se torna verdade; e o que era sentimento agora se torna sólido e você percebe a única verdade da vida: de ser só. E por mais que isso te dói, isso é o que te é necessário. E o que te é necessário também pode ser inútil. E o que te alimenta te destrói. E não há nada que possa preencher este vazio.
-Depois que a maré se aquietou, percebi que foi quase tudo uma burrice, perca de tempo. Tento esquecer, mas não dá, vendo que o espaço entre a gente esta cada vez menor. Não sei também se posso dizer que isso é bom. Pode ate ser, não sei. Quando acabou eu não sabia que agora isso me afetaria tanto. Sabia que ia acontecer que as coisas desabariam como quando se empurra um castelinho de cartas. Sabia que se eu visse sua lágrima eu hesitaria. Mas não sabia que isso me doeria tanto. Eu estou sendo egoísta, sei, eu sou como um simples personagem de um livro: tenho a infeliz capacidade de fazer chorar as pessoas que amo. E ai? Aqui estou eu sentada. Não conseguindo mover-me para fazer algo. Mas não posso permitir que minhas franquezas influenciem nas minhas decisões, não mesmo. Fico anseando pela sua volta, pelo toque quente de suas mãos no meu rosto. Das coisas que me falava e não mais das flores que colhia para mim. E quando te vejo... Imploro pela sua volta, sua companhia, vejo agente tomando sorvete e vendo aqueles filmes idiotas, como antes. Mas logo em seguida sinto algo como repugnância, uma coisa muito negativa, como se alguma coisa me impulsionasse a quere-te longe de mim. Não entendo eu não me entendo. Nem sei quem sou. Será que tem saída? Parece que não tenho pra onde ir. Mas no final das contas é assim: a verdade e não saber mentir pra si mesmo.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
toda essa minha busca por você é incerta..
